quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
amar sem aprisionar
O leão não é
domesticável. É selvagem! É livre! Não nasceu para ser aprisionado.
Ainda que lhe
proporcionem uma prisão semelhante ao seu habitat
natural, mesmo que não lhe faltem alimentos, água e tudo o mais que nós, humanos,
consideremos essenciais ao seu bem-estar físico, psicológico e emocional, o
leão quando privado de liberdade fica dormente perante a vida. Jamais será
feliz enquanto permanecer em cativeiro.
Quem realmente
aprecie a beleza deste animal deve saber que a deverá apreciar sem aprisionar.
E acreditar que até os animais, ainda que selvagens, têm sentimentos mais
nobres que certos humanos. Como entre os sentimentos nobres se encontram a
gratidão e o amor, o leão saberá demonstrá-los à sua maneira a quem lhe permita
conservar a sua dignidade. Pois não existe maior dignidade do que a da
liberdade.
No entanto, muitas pessoas
não sabem amar nem apreciar a vida se não puderem ter o ser admirado só para
si. Neste caso, para os amantes de felinos, a melhor opção será um gato
doméstico (que tal como o nome indica é domesticável). Mas, ainda assim, à que
ter bem presente que o gato doméstico nunca será súbdito na sua casa mas sim
rei e imperador, dado a manias de grandeza e a hábitos de independência.
bolachas intragáveis!
Sou uma pessoa que gosta de comer.
Acho que comer um alimento que seja agradável ao meu paladar é mesmo um prazer.
Mas, apesar de gostar muito de comer existem vários alimentos cujos sabores não
me agradam mas que compreendo perfeitamente que possam agradar a outros
paladares. São comidas com SABOR.
O que não entendo é a razão para se
comer alimentos que não sabem a nada e, para piorar, com uma textura seca. Tão
seca que até se pegam aos lábios e à língua absorvendo toda a nossa saliva.
Para mim estas bolachas são o
exemplo de um alimento que comê-lo pode assemelhar-se muito a comer esferovite.
É uma tristeza e não sei se não será melhor não comer nada a passar pela
tristeza de comer isto. Assim, Dra. Rose, lamento muito... mas estas bolachas são, para mim, intragáveis! Isto
não, eu não como!
domingo, 17 de março de 2013
a minha tarde de sábado foi assim...
Ontem à tarde dei
um pulinho ao ginásio. Apesar de ser sábado era o open day e lá fui treinar um pouco e, pelo meio, aproveitei para me
divertir também. Arranjámos uma brincadeira inspirada na quadra festiva que se
aproxima e voilá!
Tenho a dizer que
as novas coreografias de power jump, body combat e body attack estão assim a puxar para o “intensinho”. Sobretudo se
feitas todas de seguida.
Para hoje, além das
várias dores musculares que têm vindo a aparecer com o passar das horas, ficaram
as boas memórias de um dia de treino e, sobretudo, de diversão!
sábado, 16 de março de 2013
Gostei logo à primeira vez.
Há aquelas músicas
que de tanto ouvirmos se vão entranhando e às tantas não sabemos se gostamos ou
aceitamos. Mas outras é logo, assim, amor à primeira vez.
De “Luzia” dos
portugueses (muito portugueses) Diabo na Cruz, é fácil gostar porque faz parte
de nós; está-nos no sangue e na alma. Mas, infelizmente, a evolução tem-nos conduzido
ao esquecimento daquilo de que somos feitos, das nossas raízes, da nossa
cultura.
Aprecio a coragem
de várias bandas portuguesas em mudarem a mentalidade “em Portugal não se faz
nada de jeito!” Que a língua inglesa soa muito melhor… iirc! Nem posso ouvir
isto! Não que ache feia a sonoridade da língua inglesa. Até gosto muito,
sobretudo com sotaque britânico. Mas o português, uma língua tão rica em
vocábulos e história, soa mal?! Eu não tenho uma voz nada bonita mas gosto de
acreditar que aquilo que digo soa bem.
E voltando à
coragem das bandas de música que cantam em português e exaltam as origens do
nosso povo em canções e ritmos atuais mas cheios de portugalidade: os meus
parabéns!
Há muito que estou
farta de ouvir as gerações jovens (todas as que pós 25 de abril de 1974)
afirmarem, com desprezo em relação à música que se faz em Portugal, que música
inglesa (neste saco entram a música britânica e estado-unidense tudo a monte
como se fossem a mesma coisa) essa sim é que é boa! É verdade que desde os Heróis
do Mar e do António Variações a música portuguesa andou um pouco à deriva sem
saber que caminho tomar… mas creio que o caminho foi encontrado.
Aqui fica um
excerto da letra desta canção que não podia estar mais atual no que refere ao nosso
país “E SE AS CORRENTES TODOS SABEM ESTÃO À BEIRA MESMO À BEIRA DE QUEBRAR”
quinta-feira, 14 de março de 2013
ana em ciclos curtos
A
vida é um ciclo que se repete infinitamente. Pode ser feita de ciclos longos ou
mais curtos. Os ciclos da minha vida assemelham-se aos das máquinas de lavar roupa:
ciclos curtos, com mudanças bruscas de velocidade; por vezes com centrifugação.
Quem
me conhece sabe que não sou nada destas coisas. Se as coisas me correm mal
fecho-me, geralmente durmo. Quando acordo sacudo a cabeça (com sorte as ideias
também) e penso: vamos lá a pôr cor nesta cara (com sorte no dia que me aguarda
também). E pronto! Estou pronta para voltar à luta.
Mas
o pior é quando os ciclos se prolongam. Decididamente não estou preparada para
ciclos longos. Quando são maus, claro! Quando são bons ora… venham eles!
Costumo
usar muitas e muitas palavras para contar um acontecimento que durou uns curtos
minutos, se tanto. Não será o caso. Não gosto de falar daquilo em que não me
apetece pensar…
Então, a Ana andava numa fase mais ou menos assim (foi a fase
inicial do ciclo, curto claro está!)
E
de súbito, a tudo se alterou; mudança brusca de velocidade e direção. Uma série de pequenos acontecimentos num ciclo algo longo para mim...
Conduziram
a uma situação assim. E assim é raro!
Precisava
de uns miminhos, talvez… por norma, costumo fingir que não preciso. Talvez
desta vez não precise uma vez que estou a admitir que preciso. Decididamente, preciso de dormir. É que “amanhã é outro dia”. Mais uma oportunidade de ser feliz!
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
as sementes de chia
A
semente de chia, oriunda do México, é um dos superalimentos mais potentes,
funcionais e nutritivos do Mundo!
Esta
semente é extremamente rica em fibras, antioxidantes, proteínas, vitaminas e
minerais. É a fonte vegetal mais rica em ácidos gordos ómega 3 de que se tem conhecimento.
Contém mais ómega-3 que o salmão ou as sementes de linho; mais antioxidantes
que os mirtilos, mais fibras que os flocos integrais e mais cálcio do que o
leite gordo.
A sua
riqueza em ómega 3 aumenta a resistência contra doenças e confere propriedades
anti-inflamatórias. Constituem uma excelente fonte de fibras alimentares. Como a sua digestão é feita de forma mais lenta, reduz
a vontade de petiscar entre as refeições e ajuda, também, a equilibrar a
glicemia, prevenindo e controlando situações de diabetes.
As
sementes de chia são muito fáceis de consumir pois podem-se juntar aos cereais,
iogurtes ou saladas.
Eu já as
incluí na minha alimentação: 2 colheres de sopa diariamente.
domingo, 10 de março de 2013
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