segunda-feira, 18 de março de 2013

amar sem aprisionar



O leão não é domesticável. É selvagem! É livre! Não nasceu para ser aprisionado.

Ainda que lhe proporcionem uma prisão semelhante ao seu habitat natural, mesmo que não lhe faltem alimentos, água e tudo o mais que nós, humanos, consideremos essenciais ao seu bem-estar físico, psicológico e emocional, o leão quando privado de liberdade fica dormente perante a vida. Jamais será feliz enquanto permanecer em cativeiro.

Quem realmente aprecie a beleza deste animal deve saber que a deverá apreciar sem aprisionar. E acreditar que até os animais, ainda que selvagens, têm sentimentos mais nobres que certos humanos. Como entre os sentimentos nobres se encontram a gratidão e o amor, o leão saberá demonstrá-los à sua maneira a quem lhe permita conservar a sua dignidade. Pois não existe maior dignidade do que a da liberdade.

No entanto, muitas pessoas não sabem amar nem apreciar a vida se não puderem ter o ser admirado só para si. Neste caso, para os amantes de felinos, a melhor opção será um gato doméstico (que tal como o nome indica é domesticável). Mas, ainda assim, à que ter bem presente que o gato doméstico nunca será súbdito na sua casa mas sim rei e imperador, dado a manias de grandeza e a hábitos de independência.


bolachas intragáveis!



Sou uma pessoa que gosta de comer. Acho que comer um alimento que seja agradável ao meu paladar é mesmo um prazer. Mas, apesar de gostar muito de comer existem vários alimentos cujos sabores não me agradam mas que compreendo perfeitamente que possam agradar a outros paladares. São comidas com SABOR.
O que não entendo é a razão para se comer alimentos que não sabem a nada e, para piorar, com uma textura seca. Tão seca que até se pegam aos lábios e à língua absorvendo toda a nossa saliva.
Para mim estas bolachas são o exemplo de um alimento que comê-lo pode assemelhar-se muito a comer esferovite. É uma tristeza e não sei se não será melhor não comer nada a passar pela tristeza de comer isto. Assim, Dra. Rose, lamento muito... mas estas bolachas são, para mim, intragáveis! Isto não, eu não como!
 

domingo, 17 de março de 2013

a minha tarde de sábado foi assim...



Ontem à tarde dei um pulinho ao ginásio. Apesar de ser sábado era o open day e lá fui treinar um pouco e, pelo meio, aproveitei para me divertir também. Arranjámos uma brincadeira inspirada na quadra festiva que se aproxima e voilá!

Tenho a dizer que as novas coreografias de power jump, body combat e body attack estão assim a puxar para o “intensinho”. Sobretudo se feitas todas de seguida.

Para hoje, além das várias dores musculares que têm vindo a aparecer com o passar das horas, ficaram as boas memórias de um dia de treino e, sobretudo, de diversão!

sábado, 16 de março de 2013

Gostei logo à primeira vez.



Há aquelas músicas que de tanto ouvirmos se vão entranhando e às tantas não sabemos se gostamos ou aceitamos. Mas outras é logo, assim, amor à primeira vez.

De “Luzia” dos portugueses (muito portugueses) Diabo na Cruz, é fácil gostar porque faz parte de nós; está-nos no sangue e na alma. Mas, infelizmente, a evolução tem-nos conduzido ao esquecimento daquilo de que somos feitos, das nossas raízes, da nossa cultura.

Aprecio a coragem de várias bandas portuguesas em mudarem a mentalidade “em Portugal não se faz nada de jeito!” Que a língua inglesa soa muito melhor… iirc! Nem posso ouvir isto! Não que ache feia a sonoridade da língua inglesa. Até gosto muito, sobretudo com sotaque britânico. Mas o português, uma língua tão rica em vocábulos e história, soa mal?! Eu não tenho uma voz nada bonita mas gosto de acreditar que aquilo que digo soa bem.

E voltando à coragem das bandas de música que cantam em português e exaltam as origens do nosso povo em canções e ritmos atuais mas cheios de portugalidade: os meus parabéns!

Há muito que estou farta de ouvir as gerações jovens (todas as que pós 25 de abril de 1974) afirmarem, com desprezo em relação à música que se faz em Portugal, que música inglesa (neste saco entram a música britânica e estado-unidense tudo a monte como se fossem a mesma coisa) essa sim é que é boa! É verdade que desde os Heróis do Mar e do António Variações a música portuguesa andou um pouco à deriva sem saber que caminho tomar… mas creio que o caminho foi encontrado.

Aqui fica um excerto da letra desta canção que não podia estar mais atual no que refere ao nosso país “E SE AS CORRENTES TODOS SABEM ESTÃO À BEIRA MESMO À BEIRA DE QUEBRAR”

quinta-feira, 14 de março de 2013

ana em ciclos curtos


A vida é um ciclo que se repete infinitamente. Pode ser feita de ciclos longos ou mais curtos. Os ciclos da minha vida assemelham-se aos das máquinas de lavar roupa: ciclos curtos, com mudanças bruscas de velocidade; por vezes com centrifugação.

Quem me conhece sabe que não sou nada destas coisas. Se as coisas me correm mal fecho-me, geralmente durmo. Quando acordo sacudo a cabeça (com sorte as ideias também) e penso: vamos lá a pôr cor nesta cara (com sorte no dia que me aguarda também). E pronto! Estou pronta para voltar à luta.

Mas o pior é quando os ciclos se prolongam. Decididamente não estou preparada para ciclos longos. Quando são maus, claro! Quando são bons ora… venham eles!

Costumo usar muitas e muitas palavras para contar um acontecimento que durou uns curtos minutos, se tanto. Não será o caso. Não gosto de falar daquilo em que não me apetece pensar…

Então, a Ana andava numa fase mais ou menos assim (foi a fase inicial do ciclo, curto claro está!)


E de súbito, a tudo se alterou; mudança brusca de velocidade e direção. Uma série de pequenos acontecimentos num ciclo algo longo para mim...



Conduziram a uma situação assim. E assim é raro!






Precisava de uns miminhos, talvez… por norma, costumo fingir que não preciso. Talvez desta vez não precise uma vez que estou a admitir que preciso. Decididamente, preciso de dormir. É que “amanhã é outro dia”. Mais uma oportunidade de ser feliz!



segunda-feira, 11 de março de 2013

as sementes de chia

 
A semente de chia, oriunda do México, é um dos superalimentos mais potentes, funcionais e nutritivos do Mundo!
 
Esta semente é extremamente rica em fibras, antioxidantes, proteínas, vitaminas e minerais. É a fonte vegetal mais rica em ácidos gordos ómega 3 de que se tem conhecimento. Contém mais ómega-3 que o salmão ou as sementes de linho; mais antioxidantes que os mirtilos, mais fibras que os flocos integrais e mais cálcio do que o leite gordo.
 
A sua riqueza em ómega 3 aumenta a resistência contra doenças e confere propriedades anti-inflamatórias. Constituem uma excelente fonte de fibras alimentares. Como  a sua digestão é feita de forma mais lenta, reduz a vontade de petiscar entre as refeições e ajuda, também, a equilibrar a glicemia, prevenindo e controlando situações de diabetes.


As sementes de chia são muito fáceis de consumir pois podem-se juntar aos cereais, iogurtes ou saladas.
 
Eu já as incluí na minha alimentação: 2 colheres de sopa diariamente.
 

sábado, 9 de março de 2013

jantar a repetir!


Ontem fui jantar ao Três 15 dias com um pequeno grupo de amigas. O ambiente, como sempre, faz-nos sentir quase que em casa. Tranquilo. Podia ter um pouco mais de luz porque eu, pessoalmente, gosto de ver o que como.
O atendimento: espetacular! Os empregados dispensaram-nos muita atenção, sempre sorridentes, uma simpatia!

Então começou assim (cuidado para não salivarem com o que aí vem).

Para entrada um cocktail de gambas com zest de lima. Servido com uma apresentação muito apelativa ao olhar e mais delicioso ainda. De seguida, optei pelo prato de carne: bifinhos de novilho grelhados com batatas Versailles e tomate recheado. E Estava tão bom! Mas as sobremesas… ai! A pavlova com natas caseiras e rapsódia de fruta foi, provavelmente a melhor pavlova que comi até hoje. Com umas natas caseiras tão macias! E a mousse de avelã com chocolate? Até fechei os olhinhos para a saborear melhor.

Sim, senhora. Foi um excelente jantar de Dia da Mulher, delicioso e gourmet. Acompanhado por sangria de moscatel e melão, nunca tinha provado e fiquei fã. Para o Verão já está decidido o que irei beber quando aqui vier.

Ficámos a conversar e a beber uns digestivos com calma, quase até à 1h00. O ambiente é muito propício a deixarmo-nos estar, beber mais um copo, conversar mais um pouco. Muito agradável.
 
Acabámos a noite na companhia de alguns amigos (eles não passam sem nós) e com muitas gargalhadas.

A repetir!

Pena que não tenha tirado fotos porque a apresentação dos pratos era tão sugestiva! Mas com o telemóvel as fotos ficavam demasiado escuras.