quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

a usar e a adorar # 3 # precious oil tradition



Já aqui tinha falado das qualidades do óleo para o cabelo da alfaparf (absolut oil da linha precious oil tradition). Entretanto comecei a usar outros produtos da mesma linha que chegaram recentemente a Portugal e são MESMO MUITO BONS!

No que respeita aos produtos para o cabelo sou fã incondicional da L’Oréal Professionnel. Tenho experimentado vários produtos de outras marcas que apesar de os considerar bons, na minha opinião, ficam sempre um pouco aquém das expectativas. No entanto, o anti-frizz oil shampoo e a anti-frizz mask da linha precious oil tradition da alfaparf excederam as minhas expetativas e rendi-me completamente à qualidade destes produtos. De momento não quero outros!

A linha Precious Oil Tradition começou por ser constituída apenas por três produtos dedicados aos cuidados dos cabelos e do corpo com o intuito de dar resposta à necessidade, cada vez mais difundida, de produtos naturais e com matérias-primas puras e preciosas. E o melhor: não contém conservantes, parabenos, corantes e alergénicos. Os produtos desta linha têm todas as propriedades benéficas do figo da Índia (fruto típico das áridas e secas temperaturas da Sicília e das costas africanas banhadas pelo Mediterrâneo) conservadas através da compressão a frio utilizada para extrair o óleo vegetal.

Atualmente a linha dispõem de quatro novos produtos como forma de dar resposta às necessidades quotidianas das fãs do precious oil.

Experimentei na minha cabeleireira e, desde aí, que estou a usar o shampoo cuja fórmula, sem sulfatos, combina a ação de limpeza suave a um intenso efeito disciplinador, deixando o cabelo macio, liso e extremamente fácil de pentear. A seguir aplico a máscara, um verdadeiro tratamento intensivo que traz suavidade e disciplina ao cabelo, para combater o efeito frizz. Além de óleo de figo da Índia, contém óleo de Pequi. A conjugação destes óleos reduz a rugosidade da superfície da fibra e, assim, tornam o cabelo mais manejável e maleável.






Facto muito importante, na minha opinião: “a Alfaparf Milano adquire o Óleo de Figo da India de uma organização chamada Gie Targanin que reúne mais de 400 mulheres de 9 cooperativas da África do Norte e que tem como objetivo comercializar os próprios produtos e oferecer às mulheres uma fonte de rendimento. Desta maneira, a Alfaparf sustenta o comércio eco solidário  e favorece o desenvolvimento socioeconômico das mulheres africanas.”

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

sábado, 9 de fevereiro de 2013

irresistível - maquilhagem chanel 2013



Ainda o inverno vai a meio mas a novas coleções tanto de roupa como de calçado já estão por todo o lado. Embora ainda com um aspeto muito cosy afinal há que tentar vende-las mesmo com o frio que se faz sentir! Por enquanto ainda não vi nada que me despertasse a atenção. Está demasiado frio, na minha opinião, para vestir roupa de primavera. Mas as coleções de maquilhagem…ai! Aí a história é outra. São tão apetecíveis! E, afinal, a maquilhagem usa-se em qualquer altura do ano (ih ih ih).


De momento estou DESLUMBRADA com a coleção da chanel. Adoro a imagem de delicada feminilidade e suavidade que a coleção transmite. As cores são muito femininas e as texturas leves conferindo um aspeto saudável e luminoso à pele. Apetece ter aquele ar de frescura simultaneamente sofisticado.

Desta coleção tenho como prioridades o poudre signée (pó iluminador) e  o batom rouge allure na tonalidade précieuse (114) mas toda a coleção está fantástica!


 poudre signée





 poudre signée


batom rouge allure na tonalidade précieuse (114)

verniz na tonalidade fracas
apesar de não usar verniz acho a cor linda; espero encontrar um gel com a mesma cor

quarteto de sombras raffinement (39)



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

o cheiro em que todos reparam



Desde que me lembro de ser gente que gosto de usar perfume. Comecei por ter algumas eau de toilette com aroma a morango, daquelas que havia no meu tempo para as crianças mas, rapidamente, as minhas preferências olfativas evoluíram para aromas mais requintados e, consequentemente, mais dispendiosos. É verdade que gosto de usar um bom perfume (sem olhar ao preço…) e usá-lo à maneira das estrelas de cinema: vaporizando-o em redor de mim, quase por todo o tronco e cabelos. Por vezes lá oiço um cumprimento como “cheiras tão bem…” ou “gosto do teu perfume!”. Às vezes!... Mas, recentemente, descobri um cheiro que não escapa ao olfato de ninguém e que granjeia vários comentários!

Então, foi assim: não sei como nem porquê mas, depois de um daqueles fins de semana preguiçosos de chuva, uma dorzinha bastante aguda resolveu instalar-se no meu joelho esquerdo. Não fui ao ginásio um dia pensando que a dor poderia tornar-se mais aguda; não fui no dia seguinte, apesar de já doer menos, e ao terceiro dia, toda satisfeita, esfreguei as mãozinhas de contentamento pensado “hoje vou treinar!”. E fui! Mas, antes da aula como forma de prevenção, no balneário feminino pulverizei bem o meu joelho com “picalm”. Os comentários começaram logo ali: “que cheiro é este?”; “ai, cheira tanto a naftalina aqui!”

Na aula de Body Pump continuaram: “não se pode estar com este cheiro”; “cheira a armário”; “cheira a coisas velhas”. Bem,… sou capaz de ter sido eu a fazer a comparação a um armário afinal a situação não deixava de ser cómica e o cheiro realmente entranha-se no nariz de qualquer pessoa.

Para quem não sabe o que é “picalm” os meus parabéns e votos de que assim continue durante muitos e muitos anos. Ainda assim passo a explicar de que se trata. Ora, o “picalm”, de acordo com o folheto informativo é, indicado para “afeções inflamatórias e dolorosas do aparelho locomotor”. A esta indicação segue uma lista de nomes “cheios de mania” que se podem resumir todos numa só palavra: MOINHAS! É exatamente de que se trata o “picalm”: um spray que acalma as moinhas. É muito bom para atenuar várias moinhas que vão aparecendo aqui e ali com o passar da idade e, sobretudo, aos malucos que, como eu, gostam de praticar exercício físico como se não houvesse amanhã. Além disso, a utilização é tópica e, até agora, parece não interferir com a toma de outros medicamentos. Tem como único efeito indesejável a possibilidade de, ocasionalmente, “ocorrer eritema, sensação local de calor ou prurido”. Neste ponto tenho a sugerir que seja acrescentado ao folheto informativo a forte possibilidade de exclusão social devido ao intenso cheiro a armário fechado.

Durante mais de uma semana os meus colegas de ginásio não quiseram fazer as aulas perto de mim à conta do “picalm” com o qual foram castigados mais uns dias para não se armarem em engraçadinhos. Posto isto só tenho a dizer mais uma coisa: DÓI-ME O JOELHO OUTRA VEZ! AH! AH! AH!

Ah… e mencionar que acho muita piada à palavra “prurido”. Imagine-se “estou cheia de prurido nas costas!”

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

o desafio: 10 coisas que gosto e 10 coisas que não gosto


A Marta Martins do blog “um raio de sol na água fria” deixou, a quem quisesse responder, o desafio: “10 coisas que gosto e 10 coisas que não gosto”. Gostei da ideia.


Gosto:

Gosto dos meus gatos.
Gosto dos meus amigos (poucos mas muito bons!)
Gosto dos longos dias de verão (sobretudo se passados na praia e terminados com petiscos e sangria)
Gosto de rir até me doerem os maxilares. 
Gosto de me superar a mim mesma.
Gosto de “treinar” com o pessoal lá do ginásio.
Gosto das tardes de chuva, enrolada numa manta a comer pipocas em boa companhia.
Gosto de um bom vinho tinto (ai, gosto tanto!).
Gosto de ler!
Gosto de sentir que posso fazer alguma coisa para melhorar o dia de alguém.



Não gosto:

Não gosto do fumo dos cigarros (ODEIO!)
Não gosto de apanhar chuva (DETESTO!).
Não gosto de ficar sem bateria no telemóvel (concordo totalmente com a Marta).
Não gosto de estar sem fazer nada .
Não gosto de ter que acordar às 6h, sobretudo no inverno.
Não gosto de hipocrisia (irrita-me de uma maneira!).
Não gosto de filmes de terror (tenho tanto medo!).
Não gosto de pessoas que não ouvem e se recusam a aprender.
Não gosto de mergulhar em água fria.
Não gosto do mês de janeiro (é frio, longo e desinteressante)

domingo, 27 de janeiro de 2013

noite de matar saudades de comida chinesa




a menina quer!






Colar Valentine da Por Um Fio

encontrei na coleção da "Por Um Fio" e fiquei imediatamente apaixonada. É mesmo ao meu gosto!




ana em meio ao rebanho humano



A lei da recompensa dever-se-ia aplicar a tudo no nosso dia a dia.

Somos ensinados, se tudo correr bem durante o nosso processo de crescimento/aprendizagem, que se formos trabalhadores seremos recompensados de acordo com o nosso grau de empenho. Portanto, quanto mais trabalharmos melhor recompensados seremos, certo?

Errado!

Em Portugal não é assim que está a acontecer. A moda atual no que respeita ao trabalho parece consistir em exigir muito ou mais ainda que muito MAS recompensar cada vez menos. É assim que acontece comigo e com muitas outras pessoas que conheço. Pois que há muitos portugueses baldas, que se encostam ao trabalho dos outros e deixam a vida passar é bem verdade mas acontece que eu conheço, em muito maior número, portugueses dos outros. Portugueses que sempre foram bastante dedicados ao trabalho, mais do que o horário exige, não numa atitude de se fazerem sobressair de entre os colegas mas por esmero no seu próprio trabalho.

Penso eu, que este tipo de pessoas são as que convém manter como trabalhadoras e incentivá-las para que continuem a desenvolver o bom trabalho que as caracteriza. Mas não é o que se faz! Independentemente da qualidade do trabalho realizado, independentemente do empenho que dediquei ao longo dos anos, atualmente vejo-me atirada para um grande saco onde co-habitam pessoas que nunca quiseram saber da qualidade do seu trabalho, pessoas que apenas estavam presentes no seu local de trabalho, pessoas que são as primeiras a queixarem-se do quanto estão a ser injustiçadas. E eu, ouvindo-as e observando-as concluo que o resultado foi igualzinho para elas e para mim e para os demais como eu.

A quem está no poder no nosso país importa é cortar! Cortar nos salários, cortar no número de trabalhadores, cortar, cortar, cortar nas despesas.., independentemente do trabalho que cada um realizou (ou não) para o país.

Sinto que não existe qualquer tipo de justiça. Somos todos pertencentes a um mesmo rebanho de humanos, escravos de uma sociedade em que não se dá valor a nada mais que números.

Enfim, sinto-me desmotivada. Muito! Enquanto for capaz de sorrir irei trabalhar e, como aquilo que sou ainda não conseguiram tirar de dentro de mim, continuarei a fazer o meu trabalho da forma que acho mais correta e nunca numa atitude de desleixado “deixa andar”. Mas o cansaço por tudo o que nos envolve vai-se acumulando…


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

corto... não corto...


Esta manhã ao tentar domar o meu cabelo se qualquer sucesso, como de costume, deu-me cá uma vontade de pegar na tesoura e cortar a franja novamente! Se não fosse a falta de tempo…

Depois de ver estas fotos ainda fiquei com mais vontade. Será que o meu cabelo escapa a umas tesouradas esta noite?